sexta-feira, 9 de maio de 2008

De cara nova...



O mundo virtual é muito rápido mesmo... Na última sexta-feira o tema da postagem que fiz trazia uma análise descritiva do portal clicRBS. No entanto, cinco dias depois o site mudou completamente. A abertura que chamei atenção virou lenda...

Agora ao acessar o clicRBS não aparece mais a opção de interesse: Rio Grande do Sul ou Santa Catarina. A escolha de região fica no canto esquerdo do portal, depois da página aberta você pode optar pela mudança.

Na nova home o que me parece mais interessante é a estréia de uma nova central de blogs. Onde, organizados por temas, permanece a possibilidade de acesso por posts mais recentes e pela ordem alfabética. Segundo o próprio portal on line dos veículos da RBS, existem mais de duzentos blogs a disposição dos internautas.

Neste novo layout, além de uma distribuição mais limpa e leve de informações, a marca da globo.com aparece perto do clicRBS, deixando clara a ligação entre os dois meios de comunicação.

E como na primeira análise, percebe-se na comparação entre o portal destinado aos catarinenses e dos gaúchos as informações de relevância nacional postadas em ambas. Mas o olhar continua voltado à região escolhida.


Por hoje é isso...
Beijos e até a próxima semana,

Linda Tomelin

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Site organizado

No site da Folha Online, nesta manhã de quinta-feira (8), a reportagem sobre o caso Isabella Nardoni traz informações completas sobre os últimos acontecimentos e também informações complementares sobre o caso, onde foi utilizado os recursos de vídeos, fotos e links. Através dos links o consumidor de informação pode se localizar, e se situar sobre a notícia. Entre eles, está o link entenda o caso. A organização, a contextualização e a apuração da informação facilita o entendimento, torna a busca pela notícia mais rápida, além do site ganhar credibilidade transmitindo segurança ao leitor sobre a veracidade da reportagem veiculada.

Daiana Constantino

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O Brasil Online

Mesmo atualmente um pouco menosprezado o site do Bol (Brasil Online) continua firme e forte. Digo menosprezado por já ter ouvido várias pessoas falarem coisas do tipo, "você ainda tem conta no Bol?", "você acessa o Bol?", etc. Bem, minha primeira conta na internet foi no Bol, lá no final do ano de 2002. Hoje, não a tenho mais, mas segundo informações do Bol, o site tem mais de 4 milhões de contas ativas e foi o pioneiro em oferecer e-mail grátis no Brasil.
Venho falar desse famoso site por causa de seus links de notícias, abastecidos quase que completamente pela Folha Online e Uol (mantedor do site, se assim posso chamar)...
Em sua cobertura jornalística, que destaco não é seu foco, o Bol parece se preocupar muito com o aspecto mais regional da notícia, dando enfase a acontecimentos grandes de cada estado ou fatos curiosos. Intencionalmente ou não, as manchetes do Bol costumam ficar estampadas muito mais tempo que outros sites. A manchete dessa segunda-feira, 5, por exemplo é a mesma desde o começo da manhã até agora, 15h30: "Explosão em mina soterra 27 em SC; duas pessoas morreram". A matéria já foi atualizada algumas vezes, e continua como manchete do site.
De certa maneira isso limita um pouco um recurso interessante da internet, que é de poder trocar suas manchetes e dar visibilidade a diferentes assuntos num mesmo dia.

Valeu...

Ana Laís Schauffert

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Um clic no seu mundo?

Acessando o http://www.clicrbs.com.br/ a primeira mensagem que aparece é para selecionar o estado de interesse: Rio Grande do Sul ou Santa Catarina. Sempre opto pelo de Santa Catarina, mas hoje vou entrar em ambos para encontrar semelhanças e ou diferenças.
No texto de apresentação de cada estado o que muda é o publico alvo, na versão Rio Grande do Sul, o clicRBS disponibiliza, segundo ele próprio, conteúdos de interesse dos gaúchos. Além de links relacionados aos sites de comunicação como: Zero Hora, Diário Gaúcho e Rádio Gaúcha.

No de Santa Catarina as publicações, segundo a apresentação, é de interesse dos catarinenses e os meios de comunicação mencionados são: Diário Catarinense, A Notícia, e Jornal de Santa Catarina.

Nos dois encontra-se menção as emissoras de TV da RBS e de rádio da Atlântida FM.
Clicando no endereço escolhido (Santa Catarina ou Rio Grande do Sul) percebemos que a disposição da interface é igual. O mesmo layout nas duas páginas. Porém, não o mesmo conteúdo. Por exemplo, no clicRBS destinado aos catarinenses encontram-se notícias sobre o ciclone: "Sul de Santa Catarina tem 31 municípios afetados pela chuva”. Informações sobre o campeonato catarinense e assuntos relativos a regiões de Lages, Balneário Camboriu, Florianópolis, São José e outras notícias com enfoque local.

No portal do Rio Grande do Sul conferem-se informações sobre o campeonato gaúcho. Nessa interface o ciclone ganha destaque para a região gaúcha "Mais de 25 mil pessoas estão desalojadas no RS" e Guaíba como uma das cidades mais atingidas.
Fazendo esse comparativo pode se perceber que algumas informações a nível nacional coincidem nas duas páginas, no entanto, a grande maioria tem olhar centrado a sua região, ideologicamente correto com a proposta de apresentação dos portais.

Encontramos-nos na próxima semana.
Beijos e até lá,

Linda Tomelin.

Imagem: fonte.

terça-feira, 29 de abril de 2008

AN.com.br de cara nova na internet

Não foi só o impresso que sofreu modificações. O site do A Notícia também ganhou cara nova. Segundo o editor-chefe Nilson Vargas, na web o jornal "passou por uma revolução".
Com a preocupação de ser mais atrativa, a página ganhou mais interatividade e se preocupou em ir além do conteúdo do papel. Na tarde de ontem, por exemplo, a queda do galpão da Cidadela Cultural de Joinville já estava disponível na web, porém só apareceu hoje no impresso. Isso ressalta que a produção para o site está acompanhando o ritmo desse meio.
A participação do leitor também está mais intensa, ele pode opinar sobre o jornal, pode produzir mandando notícias, pode participar do mural, das enquetes, com a vantagem de na internet esta participação ser instântanea e não ter limites. Qualquer pessoa pode interagir a qualquer hora. Sem dúvida, essa interatividade cria um vínculo com o leitor, que se sente mais que um mero receptor.


Tatiane Martins

segunda-feira, 28 de abril de 2008

As ficções dos fãs

As opções da internet parecem infinitas... Em posse dos recursos e principalmente do da visibilidade global, o usuário, quieto em sua casa, pode se transformar em um diferencial para a necessidade de alguém. Fotografando, filmando, escrevendo, publicando, modificando programas, aperfeiçoando, o internauta é o verdadeiro construtor da web.
Se encaixa nessa linha as poucas, mas famosas, fanfictions. Ficção de Fã em inglês, mas conhecida como fanfic. Essas são textos escritos por fãs de qualquer tipo de entreterimento, filme, livro, anime, desenho, novela, bandas ou até pessoas famosas... Esses fãs escrevem como gostariam que fossem a história de sua obra preferida, ou como gostariam que um fato ocorrece na vida do seu ídolo. Inventam novos personagens, novas identidades para os personagens, novas tramas, novos finais.
As novas histórias são publicadas em vários sites especilizados, criado e administrados, geralmente por um escritor, há também aqueles que publicam no orkut, em tópicos ou a mais nova moda são as fanfics interativas, isso mesmo, você pode ser o personagem principal da história, você pode ter uma vida junto aqueles que admira.
Tudo bem que isso não foi inventado na internet, a muito tempo fãs trocam fanzines com história escritas por outros fãs. No entanto, foi com certeza com a web que esses textos foram mais divulgados e conhecidos.
O interessante é o estímulo inagável que esse tipo de prática proporciona a pequenos, mas talentosos, escritores. Muitos bons escritores podem nascer de um site de fanfics. Há nesses espaços pessoas de 10 a 30 anos, em média, escrevendo, mas outras centenas de leitores. E sempre é possível encontrar alguns que escreveram apenas um história em um momento de inspiração, e outros que chegam a fazer sequências enormes. A qualidade é algo complicado de se medir, os mais críticos vão falar que alguns textos são pouco elaborados, outros que é somente para uma diversão amena, mas o legal é ver como as pessoas desenvolvem seus gostos em um texto. Eu diria que o importante é dar oportunidade para todos que querem escrever, fazendo isso muito bem, ou muito mal, se essa pessoa tomar gosto pela coisa vai se aperfeiçoar com o tempo e com o estímulo de leitores, que acabam virando fãs também dos autores das suas fanfics prefeiridas.

Por hoje só. Até.

Ana Laís Schauffert

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Hoje, em vez de cultura, atualidade.
Ig atual e rápido.

O site ig (internet grátis) foi o primeiro portal gratuito da internet (sic Felipe Silveira).
Nosso olhar hoje se volta para esse espaço virtual.
A página principal agradável aos olhos (pelo menos aos meus) traz muita informação atual: inflação, imposto de renda, caso Isabella, caso Ronaldo e outros.
Um link que considero interessante dentro do ig é o “último segundo” onde as informações são postadas em média a cada dois minutos, algumas inclusive postadas no mesmo horário, por exemplo: Contratos futuros de dólar terminam em alta na BM & F; Ptax encerra a R$ 1,7058 – postado às 20:42:00. Equador e França apostam em acordo em acordo humanitário para libertar reféns das Farc - postado às 20:42:00. Moscou promete estudar proposta iraniana para resolver polêmica neclear - postado às 20:42:00. Essa rapidez de informações postadas faz jus ao campo que o portal se encontra - virtual - onde a rapidez se torna essencial. Nesse termo de noticiabilidade on line a interface ig se enquadra com prefeição.

Valeu!!!
Até +
Linda Tomelin

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Contra, a favor ou muito pelo contrário?


O sítio do Jornal A Notícia (22 de abril) trouxe a informação de que o Tribunal Superior Eleitoral vai decidir se permite ou não campanhas eleitorais na internet, por exemplo, para as eleições municipais deste ano.
Segundo a matéria, o que pensa cada pré-candidato à prefeitura de Joinville:
Darci de Matos: "Eu sempre coloco vídeos com prestação de contas do mandato parlamentar. É uma forma de chegar ao eleitor mais jovem. É lamentável essa proibição. Às vezes me pergunto, será que o candidato vai poder respirar na eleição?"
Rodrigo Bornholdt: "É um meio em que o poder econômico não tem a força que tem em outras mídias e que poderia equilibrar a disputa".
Carlito Merss: "Tem de regulamentar, não pode ficar essa insegurança".
Mauro Mariani: "Eu acho que o TSE tem que institucionalizar todos os meios para que as condições sejam iguais".
Kennedy Nunes: "Sinceramente, eu não entendo essa preocupação do TSE".

Discussão inútil.

RB.

Os recursos não usados na internet

Apesar de poder agregar vários tipos de recursos midiáticos, como texto, foto e vídeo, a internet ainda consegue desenvolver e utilizar essa vantagem.
Vamos ao fato. Hoje, por exemplo, por volta do meio-dia, dois grandes sites de notícias tinham suas respectivas manchetes e notas (ou chamadas, não sei como denominar), porém, em um total de 17 notícias, apenas cinco tinha algum tipo de recurso, como foto, audio e infogáfico.
No site do jornal O Globo, havia três entre nove matéria com uma foto, sendo que uma delas tinha um audio.
No site do jornal Estado de S.Paulo apenas uma das oito manchetes tinha foto, e a notícia principal tinha um infográfico.

A rapidez, o dever de dar a notícia imediatamente, faz com que a internet perda muito do melhor que ela tem, que é oferecer todo tipo de acesso ao internauta. A vantagem é sempre poder atualizar a matéria e isso deveria ser usado também para que sempre fosse melhorada a matéria, o que é difícil de ser visto.

Até.

Ana Laís Schauffert

terça-feira, 22 de abril de 2008

"Vc no G1"... É a vez do leitor!

Vc no G1. Este é o espaço que um dos maiores sites de notícias, o G1, dá ao seu leitor. O interneuta pode participar da construção do site, encaminhando a sua matéria com informações que acha relevantes.
Em geral, as notícias trazem alguma curiosidade e ganham um proximidade com a região de quem as produziu.
Os sites, em função da sua acessibilidade mundial, não podem ter relações exclusivas com determinadas regiões, portanto o seu enfoque é globalizado, procurando atender a todo tipo de público que se concecta a ele.
Para tanto, espaços em que o internauta pode ser não só o receptor, mas o informante, dão a possibilidade de escapar dessa informação global e entrar com mais intensidade no local. Por ser alguém com intimidade com o assunto e com a região, a notícia pode gerar interesse e credibilidade.

Tatiane Martins