sexta-feira, 16 de maio de 2008

O que é o Flickr?



O Flickr é um aplicativo on-line de compartilhamento e gerenciamento de fotos acessado e postado por internautas do mundo todo.

Como adoro fotografia fiquei encantada quando conheci este site. Fotos tiradas pelas lentes de fotógrafos profissionais e amadores dos quatro cantos do planeta. São ângulos e olhares fascinantemente diferente de lugares, pessoas e realidades que muitas vezes passam despercebidas a nossa volta.

No portal você pode fazer upload a partir da sua área de trabalho, enviar por e-mail ou usando o telefone com câmera. Além de fotos, a home permite também a postagem de vídeos e coleções, álbuns e tags para organizar as fotos e vídeos.
No Flickr ainda pode ser feita impressões, cartões de visita, livros de fotos, apresentação de slides em DVDs e selos postais, todas essas possibilidades de exploração o site disponibiliza gratuitamente ao internaut apaixonado por fotografia. Além é claro de se deliciar com as mais belas imagens, navegue e curta.


Beijocas e até +

Linda Tomelin


Imagem

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Trazido pelos bons ventos

Se você está cansado de ler notícias ruins, seus problemas acabaram!

O portal Bela Santa Catarina traz informações sobre eventos, feiras, jogos, comemorações, localização, vias de acesso ao estado, indicações de hotéis, imobiliárias, etc. O arquivo de notícias, que mais nos interessa, pode ser conferido aqui. Até onde observei, as fontes costumam ser oficiais, como as secretarias estaduais, por exemplo. O portal ainda oferece tecnologia RSS para informar o turista ou nativo que desejar saber as atualizações do mesmo.

Rosimeri Back

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Homenagem

O texto A vida e a eternidade do momento redigido pelo jornalista, professor e diretor do curso de Comunicação Social do Bom Jesus/ Ielusc, Samuel Lima, publicado na Revi, me emocionou.
Porque Ricardo Gruetzmacher não é só um campeão de bicicrós. Ricardo é um ser especial.
Meu querido amigo Ricardo, tão pouco sei me expressar através das palavras e ainda para falar de você me sinto muito mais perdida entre as palavras, porque não sei achar as palavras certas para expressar essa dor da saudade.
Sinceramente, eu nunca havia sentido essa dor que faz arder o peito como se fosse fogo, sentir torcer os músculos dos braços, formigar as mãos, e sorrir e chorar ao mesmo tempo enquanto penso em você.
Somos tão jovens meu amor...
Mas o caminho da luz deverá ser seguido agora por você,
Muitos querem você aqui porque você faz falta, o teu sorriso faz falta, o seu simples estar entre nós faz falta.
Cansei de perguntar – Por que sua partida repentina, rápida e estúpida aconteceu?
Eu falhei por não te abraçar - as tantas vezes que senti vontade, também por não ter te ligado nos finais de semana pra tomar aquela cerveja comigo, as tantas vezes que senti vontade, e por não ter dito que eu te acho um cara lindo pra caralho, querido e parceiro - as tantas vezes que senti vontade...

Conferia a matéria Estudante de PP morre após cirurgia de apêndice do jornalista Sílvio Melatti publicada na Revi, que relata o fato.

Daiana Constantino

terça-feira, 13 de maio de 2008

Comentários... o espaço do leitor pode ser censurado?

Sem dúvida, uma das maiores novidades que a internet trouxe foi a tal "interatividade”. O leitor é convidado a participar, opinar, levantar discussões. Isso acontece de forma instantânea, ele escreve e já está na web. Não há aquele asterisco num cantinho escondido da página avisando que a colaboração está “sujeita a modificações”. O que ele pensa, da maneira como pensa e como sabe transmitir é que vai estar exposta na internet.
Em geral, todos os sites permitem a produção do leitor, mas, até que ponto essa produção é coerente com a dinâmica e proposta do veículo? Até que ponto abrir espaço para comentários não desvirtua a discussão do tema proposto?
Essa foi uma situação que aconteceu no site da Revi, a revista eletrônica do curso de Jornalismo do Bom Jesus. O site se apresenta como uma agência experimental que recruta bolsistas para desenvolver matérias de relevância para a comunidade acadêmica.
Uma das bolsistas desenvolveu uma matéria que falava dos furtos que tem ocorrido na instituição e, por muita sorte, conveniência ou coincidência, conseguiu uma entrevista com um estudante que já havia furtado a biblioteca e o manteve no anonimato.
De fato, o conteúdo da produção é, no mínimo, discutível. E, como já era de se prever, a polêmica que gerou foi intensa e de muito aproveitamento para quem soube usar o espaço de comentários do site para contribuir de alguma maneira. No entanto, alguns indivíduos usaram o espaço para ridicularizar os colegas, e no auge do debate fazer colocações infantis. Esse tipo de comentário saiu do ar. É correto o editor do site tomar essa atitude, ou isso seria censura?
Infelizmente, alguns cidadãos não percebem o valor de se ter um espaço público para expor opiniões e fazem uso dele para desmoralizar os outros. Se o propósito dos comentários é levantar discussões, que estas venham para enriquecer a todos, e que venham com responsabilidade. Se a responsabilidade não existir, alguém tem que impô-la, pois o respeito não pode perder-se nunca.

Abraços e até a próxima

Tatiane Martins

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Os modelos de páginas

Em um jornal impresso existem vários modelos de páginas, a cada edição há a possibilidade de mudar o layout da página, diversificando a leitura. O truque pode ser utilizado também em sites inclusive, e talvez principalmente, em sites de notícias.
O recurso infelizmente parece ser pouco aplicado, o site do Estadão, por exemplo, pouco muda sua página principal, tamanho de foto ou até tamanho de manchete e notas. Diferente do G1, por exemplo, que quase diarimente, e ainda durante o dia, muda as formas de seus elementos na página. Um exemplo é a página Mundo de hoje, onde fotos de vítimasdo terremoto de segunda-feira na China, dão outra opção de ver várias matérias ao mesmo tempo.
Ferramentas diferentes e evitar cair no feijão com arroz aumenta a atratividade de um site.



Ana Laís Schauffert

domingo, 11 de maio de 2008

Google-dá-dá

Google Search, o utilíssimo site de pesquisa, costuma enfeitar a logo de sua página inicial em dias comemorativos. Hoje, pudemos apreciar a mamãe gansa recebendo uma flor de seus filhotinhos:

Mas de onde veio essa palavra que todo bebê pronuncia?

A Wikipédia explica: "O nome Google foi escolhido por causa da expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar assim a imensidão da Web.
A expressão googol surgiu de um fato um tanto curioso, o matemático Edward Kasner questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande - um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno Milton Sirotta emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por 'googol'. Mais tarde, Kasner definiu um número ainda maior: o googolplex.
Segundo o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o primeiro investidor da empresa passou um cheque de 100 mil dólares perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page disseram que estavam a pensar dar o nome de 'Googol' à empresa, mas o empresário, possivelmente por ignorância, escreveu 'Google', obrigando, assim, a que a empresa tivesse este nome."

Pesquisa e PrintScreen de hoje por Rosimeri Back.

Beijo, mãe!

sábado, 10 de maio de 2008

1968: La révolution?

O que tu estavas fazendo em 1968?
Eu ainda não tinha nascido.
Anyway... Agora em maio, a história desse ano ganhou destaque em vários portais da Internet. A Folha de S. Paulo publicou uma entrevista com o petit vieux Edgar Morin sobre o assunto. Mas, porém, entretanto, todavia, em todo caso, só pode ser lida online pelos assinantes UOL. Por isso, só linko o Portal G1, que entrevistou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que estava na França há 40 anos atrás - quando conheceu Morin.

"O mundo é maleável, deixe cada um viver ao seu modo.
Penso o oposto do Sarkozy. Não tem que enterrar 68,
tem que reviver." Ler entrevista completa.

Rosimeri Back.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

De cara nova...



O mundo virtual é muito rápido mesmo... Na última sexta-feira o tema da postagem que fiz trazia uma análise descritiva do portal clicRBS. No entanto, cinco dias depois o site mudou completamente. A abertura que chamei atenção virou lenda...

Agora ao acessar o clicRBS não aparece mais a opção de interesse: Rio Grande do Sul ou Santa Catarina. A escolha de região fica no canto esquerdo do portal, depois da página aberta você pode optar pela mudança.

Na nova home o que me parece mais interessante é a estréia de uma nova central de blogs. Onde, organizados por temas, permanece a possibilidade de acesso por posts mais recentes e pela ordem alfabética. Segundo o próprio portal on line dos veículos da RBS, existem mais de duzentos blogs a disposição dos internautas.

Neste novo layout, além de uma distribuição mais limpa e leve de informações, a marca da globo.com aparece perto do clicRBS, deixando clara a ligação entre os dois meios de comunicação.

E como na primeira análise, percebe-se na comparação entre o portal destinado aos catarinenses e dos gaúchos as informações de relevância nacional postadas em ambas. Mas o olhar continua voltado à região escolhida.


Por hoje é isso...
Beijos e até a próxima semana,

Linda Tomelin

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Site organizado

No site da Folha Online, nesta manhã de quinta-feira (8), a reportagem sobre o caso Isabella Nardoni traz informações completas sobre os últimos acontecimentos e também informações complementares sobre o caso, onde foi utilizado os recursos de vídeos, fotos e links. Através dos links o consumidor de informação pode se localizar, e se situar sobre a notícia. Entre eles, está o link entenda o caso. A organização, a contextualização e a apuração da informação facilita o entendimento, torna a busca pela notícia mais rápida, além do site ganhar credibilidade transmitindo segurança ao leitor sobre a veracidade da reportagem veiculada.

Daiana Constantino

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O Brasil Online

Mesmo atualmente um pouco menosprezado o site do Bol (Brasil Online) continua firme e forte. Digo menosprezado por já ter ouvido várias pessoas falarem coisas do tipo, "você ainda tem conta no Bol?", "você acessa o Bol?", etc. Bem, minha primeira conta na internet foi no Bol, lá no final do ano de 2002. Hoje, não a tenho mais, mas segundo informações do Bol, o site tem mais de 4 milhões de contas ativas e foi o pioneiro em oferecer e-mail grátis no Brasil.
Venho falar desse famoso site por causa de seus links de notícias, abastecidos quase que completamente pela Folha Online e Uol (mantedor do site, se assim posso chamar)...
Em sua cobertura jornalística, que destaco não é seu foco, o Bol parece se preocupar muito com o aspecto mais regional da notícia, dando enfase a acontecimentos grandes de cada estado ou fatos curiosos. Intencionalmente ou não, as manchetes do Bol costumam ficar estampadas muito mais tempo que outros sites. A manchete dessa segunda-feira, 5, por exemplo é a mesma desde o começo da manhã até agora, 15h30: "Explosão em mina soterra 27 em SC; duas pessoas morreram". A matéria já foi atualizada algumas vezes, e continua como manchete do site.
De certa maneira isso limita um pouco um recurso interessante da internet, que é de poder trocar suas manchetes e dar visibilidade a diferentes assuntos num mesmo dia.

Valeu...

Ana Laís Schauffert