quinta-feira, 5 de junho de 2008

Opções na internete

O portal de notícias do G1, às 13h30 tinha como manchete CPI aprova relatório sem indiciamentos e ignora dossiê. E o site da Folha de São Paulo Sob críticas da oposição, CPI aprova relatório que não pede indiciamento nem cita dossiê. Os dois sites abordando o mesmo assunto como o principal na mesma hora. Uma vantagem para o consumidor da informação - a mesma matéria em sites diferentes disponibilizando informações de vários lados.

Daiana Constantino

quarta-feira, 4 de junho de 2008

FIM

A novela Duas Caras chegou ao final no último sábado, 31 de maio. Pra variar, teve cena de casamento - coletivo, pra dar final feliz à todos os favelados.
Eu achava que a Sílvia tinha que ficar com o Ferraço, mas ele é um cego. Então, ela arranjou dois cornos mais cegos ainda e foi viver em Paris.
O Ferraço ficou com a Maria Paula numa seqüência que eu não entendi. Se ele passou dois anos na cadeia e saiu de lá sem grana, onde ele conseguiu um celular BlackBerry? Se fosse o que ele já tinha, a conta já teria sido desativada ou o cartão já teria expirado e o número teria sido bloqueado de qualquer forma. Se fosse novo, como a Maria Paula teria o número para ligar pra ele?

Se você também não entendeu ou está com saudade dos personagens, pode acessar o sítio Duas Caras que agrega as informações da ex-trama das oito que começava às nove. Lá, é possível ler sobre cada capítulo, assistir vídeos, conferir entrevistas e curiosidades, além de outras coisinhas.

Mas se essa não for a tua novela preferida, podes acessar outro dos diversos sítios da Rede Globo. Os endereços funcionam assim: www.globo.com/nomedanovela. Tudo na telinha do teu computador.

No teclado, Rosimeri Back.

terça-feira, 3 de junho de 2008

O poder do You Tube

O You Tube é o maior e mais popular site de vídeos digitais da web. Criado em 2005, esse gigante tem revelado seu poder nas atuais eleições presidenciais dos EUA, como mostra a reportagem “Votar nunca mais será igual”, da revista Veja.
O senador Barack Obama, que já vinha comemorando as suas vitórias em cima da senadora Hillary Clinton, viu cair uma bomba sobre sua campanha depois que foi disponibilizado no You Tube um vídeo do pastor de sua igreja atacando o governo americano e afirmando que o atentado de 11 de setembro foi um castigo por todas as barbaridades que os EUA já haviam feito. Com as imagens se espalhando por todo país numa velocidade desenfreada, a solução que Obama encontrou foi romper publicamente com sua igreja.
Nessa história toda, quem festejou foi a outra candidata do Partido Democrata. No entanto, o que a senadora não esperava era que o site também tinha uma surpresa para ela. Um outro vídeo mostrava Hillary desembarcando serenamente na Bósnia em 1996, o que desmentia a história contada por ela, que falava que a candidata tinha corrido risco de vida e precisou se refugiar em abrigos. Com o ocorrido, Hillary também precisou se explicar.
No fim das contas, foi o eleitor quem ganhou com toda essa confusão, pois viu com quem estão envolvidos seus candidatos e a demagogia que eles espalham pelos estados americanos. Tudo isso graças aos recursos da internet!

Tatiane Martins

segunda-feira, 2 de junho de 2008

A destruição da Amazônia

E mais uma vez meu assunto é a Amazônia. Estimulada pelos dados divulgados nesta segunda-feira pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) de que somente em abril 1.123 quilômetros quadrados da Amazônia Legal foram desmatados.
Quinta-feira, 5, o governo deve anunciar medidas para conter a devastação, que segundo técnicos do Inpe, citados em matéria do O Globo (http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/06/02/inpe_desmatamento_na_amazonia_atingiu_1_132_km2_em_abril-546615671.asp), só deve aumentar. Como se isso fosse uma novidade e não um caso de urgências, políticas que já deveriam ter sido colocadas em práticas a muito tempo. Segundo dados desse estudo o estado do Mato Grosso foi o que mais desmatou em abril. Cabe, portanto, esclarecer que a Amazônia Legal é uma área que engloba nove estados brasileiros, pertencentes a Bacia amazônica, que tem em seus territórios pedaços da Floresta Amazônica.
A mídia parece estar gostando do assunto, e como uma coisa leva outra, pesquisas são divulgadas, matérias publicadas, decisões tomadas e o negócio vira assunto, como se fosse novidade. Mas não é. E o problema da mídia, nesse sentido, é não contextualizar o tema, não dizer que não é de hoje que isso, acontece, que já deveria estar em debate a muito mais tempo, assim como diversos outros assuntos.

Por hoje, é isso.

Ana Laís Schauffert

terça-feira, 27 de maio de 2008

Minuto a minuto... mas, e quem lê?

A velocidade é o grande objetivo dos grandes sites de notícias. É quase como acreditar que, quanto mais informação se colocar no ar, mais credibilidade vai conquistar. Doce ilusão!!!
Quantas pessoas acompanham, de fato, todas as notícias do plantão? As matérias são publicadas em breves intervalos, algumas vezes com diferença de apenas um minuto, quem é capaz de ler todas?
É claro que cada leitor vai procurar aquilo que lhe interessa dentro do oferecido pela página, porém, o risco que esse mesmo leitor corre de estar recebendo uma informação incorreta é bem maior. Sem tempo adequado para apuração, o repórter exerce sua função sem a qualidade necessária.
Está na hora de enxergar o leitor on-line com responsabilidade, percebendo, principalmente, que ele não é mero engolidor de frases, mas sim, que recebe e interpreta as informações a partir das próprias mediações.

Tatiane Martins

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A Amazônia tem dono

Desde pequena ouço falar várias coisas a respeito da internacionalização da Amazônia, sobre o interesse de outros governo em poder governar sobre a floresta brasileira. Boatos ou exageros a parte, acredito que já falhamos demais, tanto no quesito de políticas de preservação do território quanto a permitir a entrada de ongs e grupos quaisquer no local. Só para se ter uma idéia, em um editorial recente o jornal The Independent propôs um de preservação da floresta e concluiu: "Essa parte do Brasil é importante demais para ser deixada aos brasileiros."
O assunto está ficando cada vez mais em evidência, e deve preocupar o governo e a todos os brasileiros o interesse de outros países em nosso território. Apesar do grande benefício e equilíbrio que especialistas dizem que a Amazônio oferece no planeta todo, é um bem que está em nosso território nacional e por isso cabe apenas a nossa governancia.
Texto de opinião bem esclarecedor é encontrado hoje no Estadão: A Amazônia tem dono.
Necessário nesse momento é o governo brasileiro se conscientizar é fazer valer sua soberania, assim como muitos países se posicionam quando o assunto são seus bens naturais e territoriais.

Ana Laís Schauffert

domingo, 25 de maio de 2008

FOR-MULA-UM

Pra mostrar que escolhemos seguir uma profissão impactante, publico um YouTubinho no ANALISANET:

Em uma postagem anterior, aprendemos de onde veio a palavra Google.

Mas e de onde veio a palavra YouTube?

A Wikipédia, novamente, explica:

"Do inglês you: você e tube - tubo, ou, no caso, gíria utilizada para designar a televisão. As estações de TV nos Estados Unidos, assim como em outros lugares, possuem um nome para identificar o que caracteriza a emissora. Por exemplo, MTV é Music television. No caso é You television, que ficaria algo como "TV Você" ou ainda "Você TV" em português."

Além disso, a Wiki (para os íntimos) traz uma curiosidade a respeito desse site:

"O YouTube fechou uma parceria com a TV Globo para exibir vídeos da maior emissora do país, anunciou o principal executivo do Google no Brasil, Alexandre Hohagen. "Isso traz mais credibilidade depois de muita discussão sobre uso de conteúdo pelo YouTube no mundo inteiro", afirmou Hohagen a jornalistas. Os primeiros vídeos da Globo que serão disponibilizados no YouTube serão o da novela teen 'Malhação'."

Puffff, eu não assisto Malhação nem na TV...

Já percebeu que a pronúncia de YouTube varia de pessoa pra pessoa?

Tem iutubi, iultubi, ultulbe, iultulbe, iultchiubi.

Anyway, isso não vem ao caso.

Inté,

Rosimeri Back.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Mousepad


Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

Postado por Rosimeri Back.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Credibilidade... a arma do jornalista!

Nesta terça-feira o site Observatório da Imprensa publicou o artigo "JORNALISMO ENVELOPADO - Folha e Estado optaram pela indiferenciação", de Alberto Dines. O texto faz uma crítica à edição de domingo (19/05), da Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo , em que ambos apresentavam a mesma capa, desrespeitando seus leitores e os mandando "às favas", como afirma Dines.
O respeito ao leitor está na maneira como o jornalista desenvolve a sua matéria. É essencial que ele demonstre preocupação com o conteúdo e com as palavras que utiliza para contar a sua história. O respeito ao leitor está no veículo que publica as informações sem deixar se manipular por anunciantes.
A credibilidade é a chave para o sucesso de um jornalista ou mesmo de um meio de comunicação. O jornalista que perdeu a confiança de seu público é um jornalista que perdeu a sua função diante da sociedade.

Tatiane Martins

segunda-feira, 19 de maio de 2008

A editoria Mundo

Leio diariamente notícias da editoria Mundo em diversos sites... E tenho sempre a impressão de que não há fontes que confirmem as informações relatadas. O exemplo mais recente são as tragédias da China e de Mianmar nas últimas semanas. Ambos os acontecimentos são manchetes diárias nos principais portais do Brasil, e as vezes divergem um pouco em números e detalhes de acontecimentos. Porém minha real dúvida são as fontes do tipo: a agência estatal, um alto funcionário do governo, ou um jornal local... e coisas do tipo. Há ainda as fontes de matérias sobre decisões governamentais: um diplomata que acompanhou a reunião, os assessores dos conselheiros das autoridades também sempre batem um papinho com os jornalistas internacionais. Sabemos que isso é verdade, algumas informações são conquistadas dessa maneira, mas quando a prática é constante, incomoda a leitura.
As contratições de informações também são percebidas nessas coberturas. Nas matéria sobre a China, por exemplo, fala-se em 51 mil mortos no terremoto na China, outras afimam mais de 55 mil mortos, e há ainda o número de 80 mil mortos... A questão envolve também o detalhe de quanto maior o número, melhor a manchete, pelo menos é isso que parece...
Baseado nessas contatações, de fontes e números, imagino como deve ser complicada uma cobertura internacional, tanto para as agência de notícias internacionais, que quase nunca parecem ter fontes suficientes para confirmar suas matéria, como para os sites que reproduzem, que tem sua credibilidade comprometida diante desse tipo de divergência.

Ana Laís Schauffert